29/04/2016

Cavalete do Poço de S. Vicente

Integrando o antigo complexo mineiro de S. Pedro da Cova e classificada como Monumento de Interesse Público, a estrutura não escapa aos olhos dos curiosos que visitam esta freguesia de Gondomar com características únicas.

Dispondo de seis andares, a torre-cavalete de betão armado foi projectada em 1934 e terminada em 1936 para substituir a antiga estrutura de madeira que explorava o Poço de S. Vicente, que se tornou o principal poço de extracção de carvão durante os anos 30. Ao todo teria treze pisos e na torre (de seis pisos à superfície) funcionavam as roldanas que puxavam o elevador. Tendo deixado de funcionar durante os anos 70 do século XX, permaneceu abandonado e foi-se degradando com o passar dos anos. De certa forma emblemático e valorizado pela população local, moveram-se esforços para que fosse classificado (tal veio a acontecer em 2010) e com essa intenção fosse reabilitado e protegido – tal se deve sobretudo ao Movimento Cívico em Defesa do Património Histórico-Cultural de S. Pedro da Cova.

Mas mesmo com este património agora valorizado espanta que o Cavalete do Poço de S. Vicente ainda se encontre em risco. O risco é de tal ordem que necessita de uma reabilitação urgente – caso contrário, segundo os especialistas da FEUP que conduziram recentemente um estudo para conservação desta estrutura, se nada se fizer a curto prazo, a sua degradação irreversível levará à perda de um bem que a freguesia só poderá recuperar futuramente se a reconstruirem. 

Ver também:


As Ruínas do Complexo Mineiro de S. Pedro da Cova



S. Pedro da Cova é, tal como muitos outras freguesias e territórios da Área Metropolitana do Porto, um completo diamante em bruto no qual ainda há muito a trabalhar para que futuramente se torne muito mais atractivo. Com uma actividade industrial visível, a cultura local é indissociável das velhas minas de antracite (carvão) que funcionaram desde os finais do século XVIII até aos anos 70 do século XX e das serras verdes que as separam de Valongo; tirando proveito destas duas características importantes, já se deram os primeiros passos para uma valorização substancial da freguesia com a criação do Museu Mineiro e o começo da constituição de um importante parque natural que, sendo bem gerido e devidamente reflorestado com espécies autóctones (não com a manutenção da praga de eucaliptos) prometerá causar um impacto ambiental muito positivo para o território, sem esquecer o potencial dos campos e das áreas de cultivo locais, já que S. Pedro da Cova ainda está marcado por uma ampla ruralidade.

No entanto, no muito que ainda há por fazer, admira que não sejam previstas tomadas de melhores atitudes em relação às ruínas e o conjunto de edifícios devolutos que ainda permanecem num território onde outrora laboraram activamente milhares de homens (e mulheres!) em condições extremamente duras. O desolado complexo, parcialmente ocupado por mato, está nos dias, de hoje tão silencioso quanto perigoso – quem se aventura pelo local corre sérios riscos, seja por causa do terreno incerto, seja por causa das estruturas e restos de edifícios que podem desabar a qualquer momento (nem sequer existe uma vedação ou avisos de PERIGO, impedindo crianças ou os mais incautos de ali se aproximarem).


Entre as ruínas, o que mais salta à vista é o Cavalete do Poço de S. Vicente (por onde descia um elevador de acesso às minas), uma estrutura de betão armado em forma de torre dos anos 30 do século XX. A curta distância encontra-se o que resta do antigo edifício da Lavaria (onde se procedia à lavagem do carvão), que de tão devastado que está corre a qualquer momento o risco de cair. Bem próximos localizavam-se também a Casa das Máquinas e outros edifícios de apoio, que serviam para armazenagem de vários bens, incluindo ferramentas e as famosas “zorras” que serviam para transporte de matéria-prima. O complexo incluía ainda uma cooperativa, a casa da direcção, farmácia, escola, capela, balneários, casas de lavoura e residência para trabalhadores. Outrora existia o Cabo Eléctrico que fazia a ligação por via aérea entre as minas e os depósitos na cidade do Porto, que foi desmantelado nos anos 70, após o encerramento do local, que permanece abandonado desde então.




Os antigos mineiros e grande maioria de outros colaboradores que trabalharam diariamente no complexo não são boas devido às condições desumanas a que estiveram sujeitas, mas a ideia de que todo este património permaneça abandonado, por piores que sejam as suas memórias, também lhes causa um amplo desagrado, apesar da existência do Museu Mineiro que ocupou a antiga Casa da Malta, a residência para trabalhadores oriundos de outras zonas do país. Para bem e para mal, as minas fazem parte da sua história… e da história do seu território.

27/04/2016

Casa de António Nobre e Prédio Art Nouveau



Entre os exemplos típicos de casas ou de prédios lado-a-lado degradados da cidade do Porto temos estes dois notáveis imóveis na Foz (Nºs 531 e 523, respectivamente), na Avenida Brasil, que se distinguem por dois motivos distintos: um é a casa onde residiu e veio a falecer o poeta António Nobre e o outro é um prédio elegante com uma morfologia e elementos Arte Nova (atendendo que a arquitectura Art Nouveau no nosso território é rara e muito presa a características tradicionais, este prédio revela ser bem interessante).

A casa onde veio a falecer António Nobre (1867 – 1900) permite esclarecer um detalhe no que toca ao património edificado, que é o facto de que uma casa que não revele características únicas ou dada relevância em termos de tendências da arquitectura, não deixa de ser valiosa devido à sua importância cultural e histórica. Curiosamente, a par de algumas outras casas onde vieram a residir escritores do Porto, nunca foi classificada e a Câmara Municipal não demonstra o menor interesse ou a intenção de fazê-lo – ou seja, tem demonstrado abertura para a cultura só para algumas coisas, para outras nem por isso.

Não conseguimos descobrir as origens do Nº531, onde veio a residir o poeta que felizmente ainda é relembrado por muitos, mesmo sabendo sem sombra de dúvida, de que se trata de uma casa da segunda metade do século XIX (mesmo pequena e simples, quantos não a desejariam, no local onde se encontra?). No entanto, obtemos mais informação sobre o prédio Nº523, que foi construído entre 1911 – 1912, após a demolição da casa possivelmente contemporânea da de António Nobre que a antecedeu. De fachada elaborada e de contornos elegantes, com painéis de azulejos de motivos florais dignos de apreciação, teve como proprietário António Rodrigues Cardoso e o seu mestre-de-obras foi o experiente Manuel Ferreira da Silva Janeira, residente na Foz e certamente bem conhecido na área.

O Nº523, tratando-se de uma verdadeira moradia situada num local invejável, virada para o mar, também exibe os sinais de estar desabitada há anos e não tem o gradeamento original da varanda central (que deveria ser sinuoso os restantes), mas continua bem caiada de branco e mantém de tal modo a sua beleza que nos custa acreditar que até ao momento, mesmo sendo o seu preço elevado, que não tenham surgido muitos interessados em adquiri-la.


26/04/2016

Escola Primária do Passeio Alegre



Já há mais de dez anos que o desaproveitamento desta antiga escola primária do início do século XX junto ao Passeio Alegre, na Foz do Douro, causa pena a antigos alunos e moradores próximos que a apreciam devido ao seu valor histórico e arquitectónico. Causa pena porque apesar de um dado conjunto de intenções demonstrado por diferentes executivos que passaram pela Câmara Municipal do Porto e pela Junta de Freguesia local o elegante edifício permanece abandonado.

Erguido em betão, de influência Arte Nova e com um toque claramente classicista acusado pela colunata dórica, relembra a arquitectura do antigo Matadouro Industrial (será possível atribuí-la ao mesmo ao mesmo autor que o projectou?) que, embora sendo em menor escala e obedencendo a uma planta mais estreita, parece igualmente obedecer a um plano basilical. Começou por ser um jardim-de-infância (escola infantil) já planeado em 1914, erguido a partir do ano seguinte para ser inaugurado em 1916, funcionando como colónia senatorial marítima durante os meses de Verão. Com a implantação do Estado Novo tornar-se-á a Escola Primária Nº85 – escola primária masculina (!) – e continuou a funcionar como tal até meados dos anos 90 do século XX.

Encerrada e sem utilidade, fez-se um levantamento em 1999 para aqui se instalar um Museu Vivo da Escola Primária, prevendo-se alterar e ampliar o edifício para tal (o que nos parece ridículo), mas foi um plano que não saiu do papel. Mais tarde, em 2004, previa-se a mudança da Junta de Freguesia da Foz do Douro para este edifício, mas foi mais um projecto que permaneceu na gaveta. Mais recentemente, em 2014, o actual presidente da câmara deu a conhecer a intenção de envolver esta antiga escola num projecto de total requalificação da área do Passeio Alegre, transformando-a numa «club house» dos campos de ténis que por enquanto se encontram adossados à velha Fortaleza de S. João Baptista e que deverão ser retirados e reerguidos junto à escola, mas ignoramos se esse plano virá ainda a concretizar-se.

(A Recuperação da) Fortaleza de S. João Baptista



A Fortaleza de S. João Baptista, na Foz do Douro, é um dos monumentos defensivos mais interessantes do nosso território, não só devido à sua localização privilegiada e à área compreendida, com um potencial enorme, mas devido ao seu enquadramento histórico e arquitetónico. Não sendo fácil ignorá-la, não será de admirar que a Câmara Municipal do Porto revele todo o interesse em recuperá-la (admira é que não manifeste o mesmo interesse em relação a outros monumentos de um valor patrimonial igualmente considerável, mas tendo em comparação com as últimas décadas, pelo menos evoluiu muito mais nesse sentido).

Sendo justos, na realidade o edifício que hoje vemos resulta da conjunção de dois monumentos distintos que serviram propósitos igualmente distintos: é simultaneamente religioso por enquadrar um espaço conventual beneditino com igreja (que hoje está em ruínas) e militar por englobar um conjunto de baluartes – no seu conjunto revelam parte do melhor da arquitectura portuguesa do século XVI, progressista a nível de introdução dos modelos classicistas da Renascença e progressista por ser a primeira fortaleza do território que quebrava em absoluto com os então obsoletos meios defensivos medievais para acomodar peças de artilharia. Foi a regente Dona Catarina, mãe de D. Sebastião, quem ordenou a sua construção (apesar dos protestos dos frades beneditinos aqui já estabelecidos desde o séc. XIII, vindo a perder o seu convento para a sua completa transformação e adaptação a fortaleza).

A fortaleza viria a ser sucessivamente alterada ao longo dos séculos seguintes, com melhoramentos e a inclusão de novas canhoeiras adaptadas a proteger a entrada do Douro, mas a capela-mor da igreja conventual, com a sua cúpula sextavada, sempre se manteve. No século XIX desapareceram o fosso e a ponte levadiça da fortaleza, assim como uma boa parte dos rochedos que a rodeavam, afastando-a do contacto com a foz do rio.

Actualmente, o seu estado e desaproveitamento indigna-nos. Uma igreja
renascentista em ruínas, canhões enferrujados expostos aos elementos, áreas completamente degradadas e uma manutenção básica ou muito fraca comprovam que o Estado português não sabe estimar o seu património. Sendo um local que há muito poderia ter servido de pousada ou espaço museológico (ainda não se sabe exactamente do que é feito do espólio do antigo Museu Etnográfico do Porto), se bem que não desagrada a ninguém enquanto espaço cultural aberto à literatura, música e exposições de pintura ou escultura (só precisando de maior promoção e estima), até como discoteca, a exemplo de outras fortalezas do género, serviria um melhor propósito do que algo votado à ruína.

O novo protocolo assinado entre a Câmara Municipal do Porto e o Ministério da Defesa pelo menos esclarece-nos de que realmente é possível diferentes identidades trabalharem em conjunto para reabilitar e cuidar de um monumento (ao contrário de muitas antigas desculpas que atiravam responsabilidades para cima de uns ou de outros para não se fazer absolutamente nada). Mesmo cientes de que não há dinheiro ou recursos para tudo, esperemos mesmo assim que este exemplo seja o quanto antes replicado em casos tão ou mais flagrantes… 

22/04/2016

A Reabilitação do Matadouro Industrial de Campanhã



Referenciado durante demasiado tempo como um dos monumentos mais mal-aproveitados do Porto e com sinais de degradação elevados, o futuro do antigo Matadouro Industrial de Campanhã nem sempre pareceu promissor. Faltaram ideias, faltaram vontades, faltou mais acção e fortes tomadas de medidas no sentido de valorizar um complexo com um potencial enorme cuja utilidade poderia ter tido um melhor impacto na freguesia mais oriental da cidade do Porto.

A par do Mercado do Bolhão, tratando-se igualmente de um monumento municipal e emblemático, a sua reabilitação era mais que desejada há bem mais do que uma década, sabendo-se que adiá-la só se traduziria num preço cada vez mais elevado com o passar dos tempos. Felizmente, talvez porque pela primeira vez em muitos anos a câmara municipal do Porto parece ter um presidente inteligente ou com maior visão do que muitos (somos forçados a admiti-lo), o notável edifício do início do século XX vai ganhar uma nova vida e a sua reabilitação vai-se afirmar como um dos projectos mais importantes da cidade do início do século XXI.



Apresentando-se orgulhosamente o projecto em Milão, contando com a parceria entre a CMP e a ESAD (pela primeira vez em muitos anos o poder local começa a reconhecer o valor dos designers no que toca a projectos interiores, urbanos ou para equipamento), realça-se a sua importância em termos de adaptação de um antigo edifício a um propósito cultural e económico: contará com um museu industrial, galerias para exposições, áreas reservadas a empresas criativas, espaços sociais e de lazer, além de zonas ajardinadas.

Mais que um ambicioso projecto, com ligação directa ao metro e mais próxima à zona do Estádio do Dragão, trata-se de fazer o que é justo e adequado. 


Fonte:




19/04/2016

PROJECTO RIM para Reaproveitar a Ponte Maria Pia



Embora uma alteração estrutural ou a adição de um novo tabuleiro para a emblemática Ponte Maria Pia por norma nos cause apreensão, também há que assumir que por vezes para melhor tirar partido de um monumento histórico há que saber “sair fora da caixa” e aceitar que há intervenções modernas bem pensadas em estruturas antigas que só as melhoram e as revalorizam – e foi exactamente o que pretenderam os mentores do PROJECTO RIM: o arquitecto e aluno de engenharia civil Miguel Lopes de Sousa em parceria com o colega arquitecto Rui Israel, que desejaram assim projectar uma nova via pedonal e uma ciclovia para unir as marginais do Porto e Gaia segundo um critério minimalista, vencendo o prémio do concurso de ideias do ISEP «Desafio 2016».

A ideia não nos desagrada, uma vez que o seu impacto seria reduzido e os critérios para a sua construção seriam claramente funcionalistas, além de tirar partido de um monumento classificado que merece ser reaproveitado (e bem mais estimado, diga-se). Mas em última estância deveriam ser os cidadãos do Porto a dar uma opinião final e a votar este projecto para assim reanimar a ponte que se encontra sem utilidade há demasiados anos.




Ao imaginarmos um novo tabuleiro parece óbvio questionarmos se esta adição não alterará profundamente o design único da ponte e o que poderia implicar em termos de paisagem. Em primeiro lugar isso acontece porque as imagens disponibilizadas (ainda) não nos fornecem dados suficientes para calcular o seu impacto no conjunto; mas tendo em conta a incoerência e o impacto do betão na paisagem da vizinha Ponte de S. João, um novo tabuleiro na emblemática ponte parece ser o menos – mais do que uma questão de estética, que poderia ser resolvida de vários modos, ainda para mais se prevendo minimalista, apenas declinaríamos a madeira como material de eleição porque alternativas igualmente neutras (discretas) e de melhor manutenção ou com maior resistência ao desgaste hoje em dia não faltam (placas compósitas de madeira com PVC são um mero exemplo).


Mas o mais importante desta iniciativa, além de comprovar o interesse pelo ISEP, Mota Engil e pelas Câmaras do Porto e de Gaia que a apoiaram e deram valor às ideias das mentes que por norma o nosso país desperdiça ou convida a emigrar, é realmente a adaptação da Ponte Maria Pia a um propósito de eficiência energética: neste caso englobaria a colocação de painéis solares no tabuleiro superior da ponte para produção de energia para iluminação própria – é apenas uma amostra (muita positiva, evidentemente) do potencial que esta ponte nos oferece em termos de captação de energias renováveis, algo que TODAS as outras pontes que atravessam o rio Douro deveriam conter, se existisse vontade para tal...  


Fonte:




18/04/2016

Comércio Cresce na Rua das Flores e em Sá da Bandeira



Trata-se de uma notícia do JN (do passado dia 14 de Abril) que comprova que a aposta na Reabilitação Urbana é uma mais-valia e compensa verdadeiramente. Não é por acaso que a Rua Mouzinho da Silveira, Rua das Flores e a Rua Sá da Bandeira são indicadas como as principais zonas comerciais emergentes do centro da cidade do Porto segundo a consultora Predibisa e a gestora de activos Capital Urbana.

Tendo em conta que a grave crise financeira que atravessa o nosso país ainda não cessou e que o crescimento económico ainda é lento, o que está a acontecer no Porto é mais do que resultado do empreendedorismo local, mas sobretudo de uma valorização e de uma aposta da Baixa que não tem antecedentes (tomando como ponto de partida a época contemporânea). A renovação e promoção do centro histórico, aliado ao forte interesse da Câmara Municipal – que reconheceu o potencial de converter a Rua das Flores numa via pedonal e de transformar a Praça de Lisboa junto aos Clérigos (quanto a nós, um dos projectos mais bem pensados das últimas décadas), por exemplo – permitiram que o turismo e os projectos de reabilitação dinamizassem um mercado muito próprio.


Uma vez que se trata de uma boa notícia e de um bom indicador para a cidade do Porto, talvez não haja mais a dizer senão o óbvio: esperamos que esta aposta se mantenha e se prolongue durante muitos mais anos, até ao dia em que a cidade adquira “maior brilho” e tire mais proveito de todo o seu potencial.

Jardim do Morro em Vila Nova de Gaia será Reabilitado



A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia irá investir meio milhão de euros na reabilitação do jardim junto à serra do Pilar, criando ainda um anfiteatro ao ar livre para fins culturais.

O jardim já existe desde 1927, faz parte da área de protecção do interessante Mosteiro da Serra do Pilar e a intenção de reabilitar este espaço próximo à Ponte Luís já é antiga. Através de um estudo elaborado pelos arquitectos Francisco Saraiva e Nuno Oliveira e o arquitecto paisagista Nuno Cunha Gomes, as obras de requalificação serão para arrancar no final da Primavera e deverão terminar num prazo de quatro meses. Contará com papeleiras, bancos e novas estruturas de saneamento, prevendo-se ainda a criação de um espaço infantil e a recuperação do lago, da gruta e ainda da estátua de Diogo Cassels, fundador da Escola do Torne. No fundo, será recuperar um desenho original do horticultor Alfredo Moreira da Silva e do capitão de engenharia João Oliveira Pombeiro.

Uma notícia que comprova a importância que as câmaras municipais do nosso território estão a dar à Reabilitação Urbana e à renovação dos espaços verdes como uma mais-valia para promoção e desenvolvimento das cidades, tornando-as mais convidativas. 

Fonte:



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